O registro sai pronto
antes do próximo paciente.

Os dez minutos entre uma sessão e a seguinte não dão para escrever com calma. O Verter transcreve pelo seu computador e devolve o registro estruturado no fim, para você revisar em vez de redigir.

O que trava hoje

O registro fica para depois

E depois viram seis sessões atrasadas num domingo, escritas de memória, cada uma um pouco mais curta que a anterior.

Anotar durante a sessão custa presença

Cada olhada para o caderno é uma pausa que a pessoa do outro lado sente, e ela sente na hora em que menos deveria.

Sessão online não deixa rastro

A chamada encerra e não sobra nada além do que você lembrar. Na semana seguinte, o que ficou combinado já é reconstrução.

Como fica

  1. O Verter ouve pelo seu computador

    Ele não entra na chamada como participante. Do lado do paciente não aparece mais um nome na lista nem um aviso automático de gravação.

  2. A sessão é transcrita em português

    Com identificação de quem falou, para o registro não misturar a sua fala com a dele. Você pode procurar um trecho dentro da transcrição depois.

  3. No fim, o registro estruturado

    O que foi trabalhado, o que apareceu de novo e o que ficou para a próxima, num documento que você revisa e ajusta antes de guardar onde já guarda.

Gravar e registrar sessão é decisão e responsabilidade do profissional: o consentimento do paciente, o que entra no registro e onde ele fica guardado seguem as regras da sua profissão, não as do programa. O Verter produz o texto e não decide nada disso por você. Para onde o áudio vai depois de sair do seu computador está escrito, com nome e país, na página de LGPD.

O que pesa mais aqui

Termine a sessão com o registro já escrito.

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