A sessão fica registrada.
Você fica na conversa.

Escutar de verdade, anotar e ainda garantir a gravação não cabem na mesma hora. O Verter cuida das duas últimas pelo seu computador, sem entrar como participante na chamada.

O que trava hoje

Anotar tira você da escuta

Enquanto você escreve, a pessoa continua falando. O que se perde não é a frase que você anotou, é a que vinha logo depois dela.

A credencial pede o áudio

A avaliação de performance da ICF pede gravação de sessão e transcrição. Gravar no celular funciona até o dia em que o arquivo sai baixo demais para alguém transcrever.

Entre uma sessão e outra, some

Passam duas semanas. Sem registro, a sessão seguinte começa gastando quinze minutos para reconstruir a anterior.

Como fica

  1. Você abre o Verter antes de começar

    Ele ouve pelo seu computador. Não entra na chamada como participante, então não aparece mais um nome na lista nem um aviso de gravação automático para o cliente.

  2. Durante a conversa, o que importa aparece

    Compromissos, pontos de atenção e o que a pessoa repetiu vão surgindo numa janela que é só sua, fora do compartilhamento de tela. Você olha se quiser.

  3. No fim, transcrição e ata já existem

    Transcrição em português com identificação de quem falou, e a ata com o que foi decidido e o que ficou combinado, com responsável e prazo.

Gravar uma sessão exige o consentimento de quem está do outro lado, e isso continua sendo seu: o Verter não pede por você. Para onde o áudio vai depois de sair do seu computador está escrito, com nome e país, na página de LGPD.

O que pesa mais aqui

A próxima sessão pode já sair registrada.

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